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Médico Veterinário do Exército fala sobre as instruções na selva amazônica ao New York Times

Caros,

Coloco aqui matéria em que o Major Médico Veterinário José Maria Ferreira, do Exército Brasileiro, fala sobre as instruções militares desenvolvidas pelo Centro de Instrução de Guerra na Selva (CIGS), localizado em Manaus -AM.

A matéria foi veiculada pelo New York Times e traz o profissional enfocando pontos importantes de biossegurança nas operações militares em ambiente de selva, como a Leishmaniose, a Malária, os acidentes com animais peçonhentos, dentre outros.

Segue trecho abaixo:

“O major veterinário José Maria Ferreira sorria enquanto listava as ameaças à sobrevivência humana na selva envolvendo este posto militar remoto na Amazônia brasileira. Ele começou com as piranhas, que se escondem nos rios, e as cobras como a surucucu, a mais longa cobra venenosa do hemisfério ocidental. Então, ele falou a respeito das criaturas silenciosas, incluindo a formiga-cabo-verde, encontrada em colônias na base das árvores. Sua picada, de acordo com vítimas, dói tanto quanto ser baleado e a dor dura 24 horas…


Sorrindo ainda mais, Ferreira descreveu a leishmaniose, a doença causada por picadas de mosquitos flebótomos, as febres por picadas de mosquitos, como a malária e a dengue e, finalmente, a rabdomiólise, uma condição causada por exercício extremamente extenuante. Isso leva a danos nos rins e à degradação do tecido muscular esquelético, as vítimas podem identificar seu início quando a urina se torna marrom escuro.

“Ficamos preocupados quando isso acontece”, disse Ferreira, 42, o porta-voz do Centro de Instrução de Guerra na Selva do Brasil, que está entre as instituições mais exigentes de seu tipo nos trópicos. “Essa coloração marrom significa 90% de chance de morte.”

Salve Muniz!


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